Translate

domingo, 14 de dezembro de 2014

Estado de Estar

     Dormência, um estado áureo. É um estado, pois temos de estar de alguma forma, pois nunca estamos sem estarmos. Mesmo não estando, estamos sempre onde estivermos.
     Quando se nutre amor, ama-se... Não há amor sem amar.

11.12.14

     Eu, Ser, preciso de magicar pensamentos de fantasia e, com bastante frequência, de uma elevada dose de insanidade. Apenas para reafirmar a ausência de loucura.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Princesa-Guerreira

        "Hoje é o Amanhã do Ontem."

                                                                                                         - Dylemma -

sábado, 29 de novembro de 2014

Quem é Quem

     Um Pintor pinta, um Escritor escreve, um Escultor esculpe, um Mergulhador mergulha, um Coveiro cava, um Agricultor planta, um Orador ora... Será assim?...
     Então o que é um Músico que não faz música, um Futebolista que não joga futebol, um Atleta que não corre, um Ladrão que não rouba, um Professor que não ensina, um Relatador que não relata, um Aprendiz que não aprende... O que é um Rei que não reina?...
Quem é um Mágico que não faz magia ou um Poeta que não faz poesia?

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Ouro Basso

     "As pessoas avaliam a credibilidade de cada um consoante as aparências, esquecendo o que está por de trás do que salta à vista. Não interessa o que as pessoas parecem ter, mas sim, o que elas fazem para conquistar o que não têm."

   - Carlos Coelho -            
Por quem nutro extremo carinho      

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Na Escola

     - Sr. Professor, se me emprestou a sua pior caneta,
     como espera a minha melhor composição?!

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Quero Sem Querer

     Há coisas que eu não sei lidar, uma delas é comigo.
     Sinto-me triste por estar contente.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

domingo, 16 de novembro de 2014

Pensamento do Dia #1

                                                    O
                                           Conhecimento
                                                           É 
                                        uMa 
                                                                   HerAnçA.

iSTO

     Quanto mais disto sei, menos nisto acerto... Sei coisas sem saber o quê.
Estar onde já estive, traz-me sentimentos de estares passados, de estares sem estar. Que merda é esta que não passa disto? Disto mesmo que é esta merda, MARAVILHOSA.... Que ao fazer-me respirar me deixa sem fôlego.

15.11.14

                            Olá,
                                                          O meu nome é o que me chamam,
                                A todo o momento tenho uma idade diferente
                                                  E
                                                                     SoU dE onde venho.
                                                                                        


                       Penso não ser necessário mais apresentações.

sábado, 1 de novembro de 2014

Olá, um bem haja.

     Quando te vi, eras invisível, vestias de cores fluorescentes, exibias um corpo nu... Nu, não como se nada tivesses, mas sim como se ostentasses coisas desprovidas de qualquer importância.
     Embora não sendo, eras um Ser, uma partícula neutra, como uma balança sem contrapeso, pesavas a olho... Quando julgavas que eras aquilo que dizias ser, acreditavas que assim o serias apenas porque assim o dizias.
     Quando te encontrei, não estavas lá... por isso, pela ranhura da porta, deixei-te um recado:
- "Ainda bem que chegas-te".

Mutual Deep Diving Sessions - Trading Concepts




   Isto!. é precisamente isto mesmo.
Questionar, Duvidar e Colocar em Causa.



sexta-feira, 31 de outubro de 2014

MiM

     Um dia, num passado recente, senti-me triste e partido... senti-me a precisar de alguém que, mesmo sem eu dizer uma palavra, percebesse o que diziam os meus olhos. Então assim fiz, saí de casa e fui à procura de Mim.
     Depois de uma longa procura, enfim encontrei-me. Mas no lugar de Mim, estava um pequeno pedaço de papel cavalinho que dizia:
     "Por razões de força suprema a Mim alheias, fui à minha procura. Volto já."

Liberdade

     Liberdade... essa coisa que ninguém sabe o que é mas que toda a gente a tem. Conceitos, pré-definições de formas de vida, são curvas apertadas na auto-estrada social. São estradas com curvas que se podem mostrar perigosas e, muitas vezes, até assassinar-nos. Elas são capazes de arrasar qualquer demais que não circule a uma velocidade moderada.
     Não consigo deixar de pensar, então mas não chega termos que pagar portagem? Penso tratar-se de uma tremenda injustiça isto de nos classificarem com rótulos que nos são impostos, os quais nos incutem e inserem como se estivéssemos a ser violados... contaminam-nos com tamanha arrogância.
     Porcos e sujos são aqueles que se acham santos e desprovidos de maldade e interesse, são mais que isso inclusive. São gente que apenas ocupa um lugar quando está na fila do médico ou talvez na fila das bifanas. São gente que pensa e está convencida que o importante de ocupar um lugar é o lugar que se ocupa. Não sabem nem querem saber... ocupam com atrocidade um desperdício de espaço com a sua matéria e energia mal aproveitadas ao extremo. Não estão cegos mas cegaram, que olhos inúteis esses que vós tendes na cara... desgraçado aquele que for visto por essa coisa distorcida que chamais de visão. Ilustres são todos aqueles que vedes com a mente, mas o mesmo não acontece com o vosso coração. 

sábado, 25 de outubro de 2014

O Fim do Final no Princípio do Início

     Não existe apenas tudo o que há. Existe também uma coisa que julgamos não haver, o Nada.
     O Nada existe e talvez seja ele, o Nada, o sustento do Tudo, pois até o Nada é representado pela sua presença, isto é, a presença do Tudo ou parte do Tudo (algo), quando ausente, dá lugar á presença do Nada. No final, quando Tudo parece ir embora, quando coisas cessam de existir em sítios para continuar a sua existência noutros, levam a presença da sua existência e deixam, com peso e medida, a existência da sua ausência. Sendo assim, e portanto, o vazio a ocupar o espaço do cheio, e o cheio, com uma elegante concordância, desocupa charmosamente o lugar do vazio, casando o movimento numa cerimónia perpéctua, gerando uma continuidade cíclica ao sentido processual das coisas, contribuindo fortemente para uma Razão de Ser. Dois amantes que se amam, são duas peças e um encaixe, serão só assim, marido e mulher, enquanto o seu final for dando lugar ao seu princípio.
     Na sua essência, a existência do Tudo, a ser concretizada, exibe paradoxalmente uma característica que, de igual modo, confere por si só a sua própria inexistência. Não se tratam de duas existências que dependem uma da outra para existir, trata-se sim, de uma exclusiva existência que existe de duas formas em simultâneo, precisamente no mesmo sítio, manifestando um familiar padrão de Una Dualidade.
     O conceito é claro e bastante óbvio na sua simplicidade, como já anteriormente referi, no final o Tudo deixa de existir para dar lugar ao Nada. Com recurso simplesmente a uma forma rudimentar de lógica aplicada, naturalmente percebemos que, se algo cede o seu lugar então só pode ceder o lugar que ocupa a sua existência, logo, sendo este lugar a ser preenchido pelo Nada, prova em conformidade que o Nada ocupa efectivamente um lugar que, desta forma, dá configuração á sua presença. Para algo se fazer ocupar é-lhe necessário existir.
     Tudo tem um sentido e, com extremo rigor, o sentido é dado partindo de um princípio. Com clarividência, é lógico que no final o Tudo deixe de existir para dar lugar ao Nada, pois "No Início, o Nada preenchia o Tudo, depois algo se alterou, foi então que o Nada deu lugar ao Tudo".
     Na sua devida altura, é no Tudo que observamos vestígios de manifestos de consciência, de claros sintomas de quem percebeu verdadeiramente o que é estar-se acordado assim que lhe foi perseptível o seu, até então, estado de sonambulismo, precisamente quando se deparou consigo mesmo a aperceber-se dele próprio.

Nada existe no Tudo, a mais que Tudo existe no Nada.

     Nós, como Seres erróneos, temos como dever preservar o direito do Livre-Errar. Para nós, executar com contemplo o acto de errar, é-nos mais que legítimo. Errar é-nos uma mais-valia preciosa e nalguns momentos, ainda que falsamente, soa-nos quase a batota, mas claramente reconhecemos que errar é um poderoso trunfo.
     Erros, não servem para serem corrigidos, servem antes para nos corrigirmos. Necessitamos deles para nos fazer compreender e convencer em plenitude que a razão da sua existência é o entendimento da controversa mas mesmo assim da sua extrema utilidade nata. De uma maneira sábia, mostra-nos a sua importância a transformar-se num factor de incontestável relevância, revelando com descarada transparência que agora, mais do que nunca, a sua importância importa muito mais do que aparentava importar. Foi com um raro silêncio que me calou o pensamento quando me foi dado o entendimento sobre o conceito de Estar. Estar para o Todo assim como o Todo está para Nós. Surreal e com tamanha estranheza, não foi um conhecimento baseado numa conquista ou numa descoberta, foi como que partilhado com uma agradável sensação de consentimento cósmico, não fui apenas ao encontro desse conhecimento, ele veio até mim, foi-me dado.
     O derradeiro erro esclarece o verdadeiro aluno que se ensina a ser seu professor.
     Os erros revelam-nos o seu real valor existencial, pois ao visionarmos um qualquer manifesto de existência, mesmo que ínfimo, se nos for impossível negar a percepção da  sua existência cabe-nos, impelidos por harmoniosos acontecimentos em cadeia, ir ao seu encontro e com a procura tentar compreender, não apenas uma utilidade aparentemente aplicável, mas essencialmente a derradeira e, quiçá, única utilidade que por certo lhe conferiu uma exclusiva razão para existir e assim, assumindo também uma correcta e singular forma de perpectuar a continuidade do seu manifesto existencial, aquilo que a ela lhe faz adquirir um papel de carácter insubstituível e, com excepcional rigor no seu majestoso cumprimento de funções a ele estritamente conferidas, consumando de forma indiscutível ser absolutamente digna de pertencer ao Todo.
     Se erros existem, é com certeza porque são úteis e ,por isso, talvez contribuir seja a única forma de salvaguardar a sua existência. A procura de um contributo útil redefine a razão de assim o Ser, dando uma justificação assertiva à sua existência e só assim, respeitando afincamente a forma como gere o continuo-o da existência, consiga prevalecer-se da mesma existência.
     Tudo tem um sentido e é a Razão de Ser que faz Ser por uma razão.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Ensinar a aprender

     Ainda me lembro que no meu tempo, o do antigamente, as escolas eram muito menos acessível, era apenas para alguns, previligiados... Mas recordo-me também que nesse mesmo antigamente as escolas ainda cumpriam a sua função, ainda ensinavam professores.

Existo

     A existência por si só, não é um acto consciente. É possível viver uma longa jornada a acreditar que se existe, e apenas depois perceber que mais que dizer, "Penso, logo existo", é sem dúvida, "Existo, logo sinto-o".
     De facto, existo mais do que pensava e percebo que isso me é inerte, pois constato que o acto de existir é imune ao meu poder de decisão, pois isso não é consequência de um querer consciente mas sim, a sua causa.
     Existir não é uma escolha, é uma característica.

08.10.14

     Sempre que sentirmos estar para o Todo assim como o Todo está para nós, click, Somo-lo.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Contextos de Realidade

     Estou diferente. A minha frequência mudou, alterou-se. Esta mais concentrada, consisa... como se estivesse mais vibrante. Pareco ter agora uma energia latente em meu redor com uma cadência elevada, como se de uma densa atmosfera se trata-se. É do meu saber que arrisco passar por ridículo, por vezes também assim o penso... Compreendo que o achem, mas não que o desrespeitem.
     Se a memória não me trai, no ano último, agora passado, entre o celestício de verão e o equinócio, diambulava eu, obececado, com aquilo que então sentia de uma forma intensa. Não sei se o sentir me fazia acreditar ou se o acreditar me fazia sentir, mas estavam ambos presentes, como consequência de um querer intenso e profundo.
     Sei que pareci um ediota, mas também sei que so assim o consideram porque pensam que nada mudou, alguns de vóz estão convencidos que nenhuma transformação aconteceu.
     Pois, talvez... talvez tenham alguma razão. Nada de facto mudou, a não ser vóz próprios. Talvez o erro seja procurarem mudanças no sítio errado... nada á nossa volta se altera, tudo é estático, a menos que lhe seja dado outro contexto.
     O contexto é dado pelo observador, por quem observa e lhe dá um sentido, respeitando uma mecânica de pensar, uma linha de tear pensamentos, a sua. Cada Ser tem a sua forma de abordagem, logo, cada Ser tem o seu contexto próprio. Não existe Ser algum cuja visão do mundo seja a mesma, que o veja com os mesmos olhos, portanto cada Ser tem o seu mundo.
     Realidade é o nome dado a um plano energético, a uma camada defenida energéticamente pela sua densidade e apenas por isso, po estar-mos inseridos nela, é que partilhamos da mesma realidade, neutra. A esta chamamos-lhe Terceira Dimensão, pois descreve os seus vectores atravéz de três eixos X, Y e Z. Esta é a nossa realidade comum.
     A percepção de uma consciência conduz-nos a questões sobre a nossa existência em si, Existo? Onde estou a existir? O que é isto em meu redor onde eu existo? Imagino-me a não existir?
     Em suma, é a interpretação sobre si próprio que confere a visão do mundo cujo observador está inserido. De uma forma natural, a interpretação das coisas transforma-se naquilo que elas nos dizem. Na realidade comum, a maioria da matéria está no plano físico, é-nos visível, onde existe uma densidade mediana assim, e por isso, a dinâmica energética na terceira dimensão (comum) representa-se sob forma física, paupável. Onde estamos, a energia manifesta-se como matéria.
     Seguindo o contexto que lhe estou a inserir, percebemos que toda a matéria tem o seu equivalente energético. Se existe matéria em quantidade abundante, onde está a energia na sua proporção? Noutro plano. A energia encontra-se aqui, mas noutra condição, numa frequência mais elevada, produz uma ressonância agúda no espectro magnético de todo e qualquer pedaço de matéria.
     O que podemos observar aqui? Ou melhor, conseguem sequer ver o que digo? Exactamente, é isso mesmo, ver o que escrevo mas com os olhos fechados... Sentir, é o nome que se dá a essa capacidade. Entre os Seres, existem aueles que, convencidos, pensam que sentir é proveniente dos sentidos... é quase. Existem também os que desconhecem o sentir, pois a sua atenção está concentrada em observar, analisar e classificar. Estes, comportam-se como Seres primários, não necessitam de capacidades extra-sensoriais, distraídos, estão exclusivamente focados noutra famosa lei, a do mais forte.
     Meus Senhores, vóz sois Reis sem reino... existe uma conecção entre matéria e energia, uma ligação de estados energéticos com frequências um pouco mais lentas, mas com o seu papel de importância, pois a cadência da frequência determina o estado de espírito do Ser.
     Aqui, consigo perceber o padrão de destribuíção do tecido espaço-temporal, ou seja, o acontecimento manifesta-se em camadas fractais, sistematizando progressivamente um ângulo de próprio de abordagem sobre o Todo, resultando no termo relatividade geral. Estando este Todo disposto por um sistema fractal, os acontecimentos manisfestam-se simultâneamente, um dentro do outro, e do outro e do outro, até completarem um padrão, ou seja, uma frequência, assim que o padrão termina volta a repetir-se em escalas diferentes até onde conseguirmos avançar, seja para dentro ou para fora, nunca tem término, como se enrolado sobre si mesmo, quase sem ocupar o espaço que realmente ocupa.
     Como não existem dois Seres iguais, não existem também duas interpretações iguais, por isso vivemos no mesmo mundo, mas cada um no seu Universo, Impar.


Visão, Maneira de Contextoalizar
ou simplesmente Contexto.

     Sempre que tento figurar a ideia, imagino que um sistema fractal se comporta como dois espelhos. Quando de frente, dois espelhos reflectem a imagem de si próprios reflectida na imagem do seu parceiro que, em oposição, se faz completar, refletindo-se infinitamente. Se conseguirmos ampliar as imagens reflectidas, percebemos que quanto mais ampliamos mais se afunda na direcção do sem-fim. Se, por mil anos, podessemos fazer zoom in sem parar, iríamos continuar a observar o mesmo padrão, um dentro do outro.
     Pensando com seriedade no que escrevo, garanto-vos que vão perceber, os desligados vão sentir... sentirão como quem vê com a mente, com os olhos cegos no acontecimento, fechados, sem distracção. Vão perceber que SENTIR, é com tudo...
     Eu estou a ir, estou a ir e a chegar ea chegar e sempre a ir... sem nunca passar no mesmo sitio, sem passar na casa-partida.

 Considerem por momentos tudo ser possível e voem!

     Atentem ao que escrevo como se estivessem a falar de vós próprios, como se de uma pessoa distinta se tratasse. Na gíria chamamos-lhe, ver para crer...
     Existe uma conecção, queiram conhecer o que julgam alguns de vóz não existir, descubram universos inteiros dentro de vóz... queiram, intentem com intensidade... Ao ligar-se, serão capazes de contemplar o intenso e poderoso caudál energético que transita atravéz do ponto onde os dois planos convergem e se unem em fusão, libertando uma luz branca e energia com cor de pureza, criando com isso uma conecção, uma união, uma ponte que transforma as duas gémeas equivalentes, matéria e energia, numa peça só, numa só consciência,onde, contemplando a emansipação, conseguimos explorar uma nova dimensão nas profundezas do EU.

Singularidade
Duas partes conferem a unidade
Homo, o Ser dual que é Uno

     O mundo é grande, imenso. Sim, é de facto magestoso na sua robustês e na forma como vincula a importãncia da sua existência. Mas o Ser Humano pensa maior.
     A percepção de uma consciência permitio-nos responder a perguntas que á muito guardavamos conosco, sem resposta. Demorou pouco tempo até o Homo perceber que tinha não só a consciência de existir apenas porque respirava, mas també a consciência de estar consciênte. Sábio no querer e na procura, num segundo a consciência de si próprio entrelaçou-se no âmago do seu Ser, alterando de forma irreversível a sua visão sobre o mundo. Assim, com a evolução a uma velocidade frenética, finalmente o Ser começa a pensar maior. Descobre que em vez de um mundo em cada um dos Seres, existe afinal um universo imenso em todo o Homo e no seu centro está o SER, a singularidade.

( Ser - núcleo; entidade não material; essência; 
complemento de matéria viva; parte que integra um conjunto de partes opostas)

     O Ser é o que impera no seu universo, é o Rei que Reina o seu Reino em prol do seu Reinado, sendo assim ele próprio o reflexo derivado da forma como observa o mundo e por isso a si mesmo. O Ser precisa de estar com ele próprio, nessessita de conversar e trocar ideias consigo. Ele, tornou-se exigente com ele mesmo, levando-o a fazer-se perguntas ás quais já tinha resposta, apenas para tentar obter uma resposta diferente, mais adequada á sua visão contextoal. O estado próximo do perfeito é o equilíbrio entre dois Eu´s, cuja tendência é tentarem superar-se, desafiando-se um ao outro, contrariando-se em tudo o que discuteme dessa forma, Dual, unificam a singularidade, pois as conclusões das discussões dos nossos Eu´s fazem aquilo que somos e também aquilo que fizemos para o ser.
     Ser ou Não Ser? Uma pergunta dos primórdios que apesar de á muito estar respondida, alimenta-nos na busca insessante por uma resposta alternativa.
     É grande a dificuldade de perceber que partilhamos uma realidade comum mas que mesmo assim garantimos que cada um tem a sua realidade singular, contextoada pelo seu universo interior, pelas coisas que imaginamos constantemente, mesmo sem nunca as termos visto. Não dá para entender?
     Por muito iguais que possamos parecer, no final, deparamo-nos sempre com a mesma resposta:
Somos pários apenas nas desigualdades.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Leão


     Felino de traços carregados. Como observador nato que é, não gosta de dominar, mas gosta de ser dominante. Faz-se de tão forte assim como é de frágil. No seu olhar, austenta ineterrupta e intensamente uma doce, mas selvagem pureza. Ele sabe o seu propósito, ele vê-o em todo o lado, pois em todo o lado é o seu lugar. No seu reino, é na sua astúcia e convicção que exibe a sua mestría.
Maior que o seu rugido, é mil vezes o seu sorriso.
Leão que não ruge, é um gatinho.

sábado, 2 de agosto de 2014

Vestígios de Lixo

    
        Hoje, ouvi alguém dizer, "A minha vida é complicada, ja nasci sem sorte nenhuma."
        Perplexo, pensei para comigo, "Se, em alguma circunstãncia do teu nobre percurso, tivesses prescindido de uns breves cinco minutos do teu precioso tempo para pensares na razão da tua controversa existência, cedo ou tarde irías perceber que o maior e melhor momento de sorte que alguma vez tives-te ou irás ter foi o afortunado prémio de teres nascido, caso contrário não andarías com esse brilho no olho que, de caras, denuncía o teu extase por estares aqui a fazer parte disto."
        Essa séptica capacidade de te autoflagelar ao te fazeres sentir incapaz de ti propria tem um nome perfeitamente adequado: És o típico Ignorante, não sabes Saber.

Self Conections




               Entrelaços Conectivos



       Ansias... Palpitações de sentimentos espásmicos
    sobre futuros acontecimentos cuja necessidade de os         
      simular para nos precaver sem sermos apanhados
    desprevenidos, nos deixa com um espectar latejante.
            Pequenos momentos, grandes conecções.
            Momentos Próximos, Momentos Únicos.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Esquece o que te esquece!

        A vida passa,
        Os momentos já la vão..
        Os dias já foram vividos.
        O que ficou, foram memórias na tua mente e no coração.
        Na qual possivelmente só tu te lembrarás disso.
        Não podemos apagar o que vivemos, nem tirar de nós para não sentir.
        Mas podemos escolher o que reviver com a mente e o que sentir com o nosso novo coração na nossa vida.
        Esquece o que te esqueceu, esquece quem te esqueceu.
        A vida será realmente vivida, sem dar asas a mágoas ou rancores.
        Sentirás a verdadeira magia do poder dentro de ti.
        Olha para ti, estas libertado de todo o mal.
        Estas em Paz contigo próprio, em Paz com o Universo.


 
 

Madallena (13.01.2014)

sábado, 4 de janeiro de 2014

12-10-2013

Na natureza...
A musica tocava...
A melodia dançava-se...
A harmonia sentia-se...
A paz estava comigo.
O Trance envolve-me nas estrelas.
Aquelas vibrações invisíveis, observadas com o coração.
Aqui estou no meu habitat perfeito.

Madallena

Pensar e querer a diferença

Talvez um dia eu acorde diferente.
Sim, acordar com vontade de respeitar as minhas vontades.
Darei o meu grito de euforia e deixarei de ser o elo da minha infelicidade.
Nesse dia, vou por as mãos pelos pés, sem medo de errar ou de ter consequência.
Vou caminhar sem olhar para trás e pensar se carrego algo comigo.
Sem receio de o novo me fascinar.
Não quero nada e quero tudo, mas quero que o meu "eu" fortaleça.
Esse dia vai chegar...

Madallena  (04-01-2014)

23-11-2013

As pessoas são com são.. são o que pensam e sentem!
Transmitem isso.
Independentemente do presente o futuro não pode assustar.
O medo apodera-se do corpo e da mente, paralisando reações!
Transforma o medo em força e lutarás em rumo á paz do interior.
Explode alegria e grita felicidade, o sorriso te responderá...
A lei da atração não falha.

Madallena