O som do silencio ecoa no infinito do espaço cheio de vazio, na luz da escuridão de uma gruta envolta de dor, numa briza que rescalda o quente do gelo do inverno e suaviza a brutidão contida em todas as gotas do mar a correrem por um vedante estragado de uma torneira algures no universo da luz vindo de uma cor a preto e branco, cravado no coração de todos nós, noutro tempo e talvez noutro espaço.
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